cheap jerseys 352 authentic cheap jerseys 245 Eagles host Sea Dogs i 588448

Eagles host Sea Dogs in peek at potential playoff showdown The Screaming Eagles play host to the defending league and Memorial Cup champion Saint John Sea Dogs tonight and Saturday at Centre 200. The Sea Dogs lead the season series 5 1, with Cape Breton’s only victory coming during the second week of the season an 8 5 triumph on Centre 200 ice. Saint John took the last meeting between the two clubs at Harbour Station by a convincing 9 1 final. "We have to limit our mistakes and follow our plan," said Screaming Eagles head coach Ron Choules. Rocket last weekend, they can still make a move up the standings in their final two games. Cape Breton is
cheap jerseys top in the 16th and final playoff spot with 49 points, three back of the Rouyn Noranda Huskies (22 36 4 4) for 15th spot. Both teams have two games remaining. The Huskies wrap up their season with back to back games tonight and Saturday against the 13th place Gatineau Olympiques. "We go game by game and we’ve done that the whole year," said Choules. "Wherever it falls, it falls. They have Gatineau for two and we have Saint John for two. We don’t scoreboard watch, we do what we have to do. "We had (the players) in for a little meeting for the upcoming games and we’ll make sure we’ll prepare for this weekend as well for the playoffs." NOTE: Screaming Eagles defenceman Sbastien Payette (upper body) and forward Kyle Campbell (lower body) are listed
authentic cheap jerseys as day to day. Connor Rogers (upper body) is also day to day, but will serve the last game of his 10 game suspension tonight.
cheap jerseys He’ll be eligible to return on Saturday.

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authentic cheap jerseys 064 cheap jerseys 208 Centennial exhibit a ‘trip down 901295

the more esoteric artifacts are wooden boards from the lobby of the old RDTV studio that contain signatures of various celebrity guests, including Mr. Dressup, hockey player Brett Hull and country singer George Fox. The local TV station flourished for years before being unceremoniously closed by its owner, Canwest, in 2009, due to financial pressures. Johnson said Red Deer’s identity was in part shaped by TV and radio, which is also represented by a CKRD nylon
wholesale jerseys china jacket and a loud red, black and white check broadcaster’s blazer from the 1970s, which seems
cheap jerseys pulled from Herb Tarlek’s closet (from the classic TV series WKRP in Cincinnati). Sparkly, flamboyant clothing worn in the Westerner Days parade is also shown, as are bottles from locally produced beverages, including various milk and beer
cheap jerseys china producers. Union Milk, the Whitehills Jersey Dairy, and Uncle Ben’s Brewery are no longer around, but their bottles are reminders of these businesses past. Johnson remembers drinking Uncle Ben’s beer while at university in Calgary

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Obedecendo a Palavra de Deus e alcançando a vitória – Parte II

“Depois de tudo o que Ezequias havia feito com tanta fidelidade, veio Senaqueribe, rei da Assíria, e invadiu Judá. Acampou-se contra as cidades fortes com a intenção de se apoderar delas” (II Cr. 32.1).

Como pode? Ezequias foi fiel a Deus, renovou a aliança, guardou a Palavra e mesmo assim foi atacado. A passagem de II R. 18.7 complementa o texto de II Crônicas e nos informa que foi justamente por isso que o ataque surgiu, por causa da fidelidade de Ezequias para com Deus. Depois da reforma espiritual no reino, era preciso restaurar a economia da nação. Desde a época de Acaz,  pai de Ezequias, que o reino tinha que pagar tributo anualmente aos assírios. Eram tributos pesados que oneravam e muito a economia do reino. Ezequias, então, deixou de pagar o tributo. Ao fazer isso, com certeza Ezequias já sabia que viria uma retaliação. Depois de anos o inimigo não abriria mão tão fácil do reino vassalo. Ezequias sabia bem do que os assírios eram capazes de fazer. Antes de assumir o Reino de Judá (715 a.C.), Ezequias viu seu vizinho Reino de Israel ser destruído pelos assírios em 722 a.C. Esta invasão foi tão violenta, que as 10 tribos que formavam o Reino de Israel desapareceram da história. Era contra este povo que Ezequias ousou lutar.

Assim acontece conosco. Ao longo da caminhada cristã infelizmente às vezes deixamos brechas em nossa vida, áreas (pontos frágeis) em que o diabo encontra boa oportunidade para agir. São pensamentos indevidos, palavras erradas, atitudes incorretas. Existem pessoas que até se acostumam com as brechas. Quando tomamos a atitude de renovar a aliança com Deus e decidimos tampar as brechas, o inimigo não fica feliz. Surgem os ataques e as circunstâncias adversas. O inimigo se enfurece porque está perdendo uma área em que ele dominava.

Vejamos a atitude de Ezequias. Ele continuou firme, confiou no Senhor e se preparou para a luta. Ele construiu um canal desde a fonte de Giom até dentro dos muros de Jerusalém (II Cr. 32.3). A fonte fica fora da cidade (leste de Jerusalém) e o túnel cavado em rocha calcária tem 533 metros. E, já que a fonte estava fora da cidade, ele a ocultou por duas razões: (1) Quando o inimigo chegasse e cercasse a cidade ele não teria abastecimento de água, mas Ezequias e o povo de Jerusalém teriam em abundância; (2) O inimigo poderia envenená-la.

Amados irmãos em Cristo, tampemos as brechas! Não deixemos que o inimigo envenene a fonte de águas vivas que existe em nosso interior (João 7.38). As adversidades virão justamente porque buscamos a Deus. A fúria do inimigo é porque ele sabe que já é derrotado (Apoc. 12.11). Por isso, se neste início de ano você já está desanimado e quase parando, atenção! Não desanime, continue a caminhada e não cruze os braços. É o próprio Deus quem vela pela Sua Palavra para que ela se cumpra (Jr. 1.12). Não se acomode com as derrotas, pois Deus o ajudará. Afinal, “desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de Ti, que trabalhe para aqueles que Nele esperam” (Is. 64.4).

Fique na Paz.

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Obedecendo a Palavra de Deus e alcançando a vitória – Parte I

“Tinha Ezequias 25 anos quando começou a reinar… Fez o que era reto aos olhos do Senhor”.
(II Cr. 29.1-2)

O bondoso rei Ezequias governou o Reino de Judá de 715 até 686 a.C. Era filho do ímpio rei Acaz, que mandou fazer vários ídolos e queimou alguns de seus filhos em sacrifícios aos falsos deuses (II Cr. 28.2-3). Durante o governo de Acaz o reino ficou muito debilitado, perdendo até sua liberdade, pois o rei   vendeu  o  reino  aos  Assírios  em troca  de  falsa proteção (II Cr. 28.16).  Assim, Ezequias assumiu o trono em circunstâncias dramáticas. O reino não era mais livre, era vassalo dos assírios. A economia estava abalada, pois anualmente tinham que pagar tributo aos assírios. O reino também estava muito fraco espiritualmente, pois vinha de um longo governo de idolatria e sacrifícios humanos. Enfim, o reino vivia uma era de caos. Ezequias começava uma nova etapa em sua vida, agora era rei de Judá. E, ao contrário das expectativas, esta “nova etapa” não começava com boas notícias. Crise e caos pra todos os lados. Era preciso fazer uma grande reforma. Mas como? Muitas mudanças precisavam ocorrer. Mas por onde começar?

Assim como Ezequias, nós também estamos em uma nova etapa. Começamos um ano novo. Quantos planos você traçou para este ano? Eu também tracei metas – espero alcançá-las! Mas da mesma forma como aconteceu com Ezequias, às vezes também ocorre conosco. A nova etapa (novo ano) já começa cheia de problemas. Tanto por fazer que nem sabemos por onde começar! Por isso pensei que este seria um bom tema para meditarmos. Há tantas lições para aprendermos sobre Ezequias que eu dividi esta mensagem em 5 partes. Nos próximos meses compartilharei com vocês o que Deus tem colocado no meu coração sobre este assunto.

Ezequias queria viver em paz e ter uma vida abençoada (quem não quer?). Para isso, ele entendeu que precisava colocar tudo em ordem. A primeira coisa que fez foi buscar a Deus. Começou a reforma pela sua vida. Algo foi gerado dentro dele – uma vontade de mudança interna. Ele se colocou no altar do Senhor, pediu perdão pelos seus pecados e renovou sua aliança com Deus. Depois, abriu as portas do templo (estava fechado desde a época de seu pai), limpou e restaurou o templo e trouxe os sacerdotes de volta, pois tinham sido expulsos (II Cr. 29.3-14). Todos se reconsagraram ao Senhor, se purificaram e adoraram a Deus.

Creio que este é o primeiro passo para colocarmos nossa vida em ordem. Purificação, consagração, adoração. Precisamos investir mais tempo na presença do Senhor, em oração e leitura da Palavra. Veja o que aconteceu com Ezequias: “a sua oração foi ouvida, pois chegou até a santa habitação de Deus, até os céus” (II Cr. 30.27). A mudança deve começar dentro de nós, e só depois o exterior começará a mudar. Pense sobre o que está em desordem no seu interior: sua mente, seus pensamentos divagando soltos, suas emoções, suas palavras. Reconsagre-se a Deus, abra a sua boca para louvá-lo.

Até o próximo mês.

Fique na Paz.

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Pequenas Coisas

Em Lucas 21.1-3 temos a história da oferta da viúva pobre.

“Estando Jesus a observar, viu os ricos lançarem suas ofertas no gazofilácio. Viu também certa viúva pobre lançar ali duas pequenas moedas, e disse: Verdadeiramente, vos digo que esta viúva pobre deu mais do que todos”

As “duas moedas” que o texto cita eram de “lepto”, o menor valor em circulação na época. A imagem acima é de um lepto, feito de cobre e com aproximadamente 1 cm de diâmetro. Em sua face aparece uma águia. Embora o texto não cite o nome da moeda, Lucas nos diz que a viúva ofertou as moedas de menor valor – que era o lepto.

Quem não se lembra que até bem pouco tempo tínhamos aqui no Brasil a moeda de “um centavo?” Pequena e de pouco valor era quase sempre ignorada. Hoje, já nem está mais em circulação. Às vezes eu vejo uma caída chão, mas não me detenho. Não vou me preocupar em pegar uma moeda de tão pouco valor. As duas moedinhas de lepto daquela pobre viúva equivaleriam hoje a duas moedinhas de um centavo.

Que diferença faria duas moedinhas de tão pouco valor? Certamente para aqueles ricos que lançavam grandes quantias no gazofilácio não era nada. Mas para Jesus, que não se importa com a quantidade e sim com a qualidade da oferta, aquelas duas moedinhas valiam mais do que qualquer fortuna no mundo. Aquela viúva não entregou as duas moedinhas porque era o troco das compras, não era a sobra. Ela era pobre, e aquelas moedinhas eram tudo o que ela possuía.

Em Êxodo 23.15; 34.20 e Deuteronômio 16.16 temos a mesma frase: “ninguém apareça de mãos vazias perante mim.” Não se preocupe se você não tem dinheiro para ofertar. A verdadeira oferta, aquela que agrada a Deus, pode não ser em dinheiro. A verdadeira oferta é a de um coração agradecido, um coração que não reclama, que não murmura. A oferta de um coração que crê – crê que vale a pena amar e servir a Deus mesmo quando as circunstâncias parecem nos dizer que não vale a pena.

Em Salmo 50.14,23 está escrito: “Oferece a Deus sacrifícios de ações de graças e cumpre os teus votos ao Altíssimo… O que me oferece sacrifícios de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus.”

Como você tem aparecido diante de Deus? Tem reclamado porque o ano está chegando ao fim e os problemas só aumentam? Você tem oferecido a Deus reclamações e questionamentos? Se você tem feito, gostaria de sugerir uma mudança de atitude. Imite aquela viúva pobre, entregue tudo o que você tem. Entregue seu dia-a-dia, seus pensamentos, suas emoções a Deus. Não apareça diante dele como as mãos vazias, entregue-se diariamente a Ele.

Desejo a você, querido leitor, um ano de 2011 glorioso na presença de Deus.

Fique na paz – a paz que só Ele pode dar.

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Qual o seu valor?

A Judéia na época do Novo Testamento era dominada pelos romanos. Por isso, encontramos muitas passagens bíblicas citando valores monetários romanos. Jesus frequentemente usava estes valores para dar grandes lições.

A ilustração ao lado é de uma moeda romana no valor de “um asse”. Seu diâmetro é de 3,5 centímetros. Na frente da moeda (imagem de cima), vemos a face do imperador Tibério com as palavras ao redor “divino Augusto pai”. No verso da moeda (imagem de baixo), temos um altar no centro ladeado pelas letras “S” e “C”, que significam “por autorização do senado”.
Em Lucas 12.6-7 encontramos uma comparação interessante sobre esta moeda:

“Não se vendem cinco pardais por dois asses? Entretanto, nenhum deles está em esquecimento diante de Deus. Até os cabelos de vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais!”

Aqui, Jesus diz que com duas moedinhas (dois asses) alguém poderia comprar 5 pardais. Estas duas moedinhas, ou dois asses, equivaliam a uma hora de trabalho. Portanto, era algo de pouco valor e acessível para todos. Apesar dos pardais serem tão baratos, o Senhor disse que nenhum deles era esquecido por Deus.

Você já observou os pardais no seu bairro? Não? Então adquira este hábito, observe como eles vivem. Eu nunca vi um pardal magrinho, raquítico ou morto de fome. Sempre vejo pardais saudáveis e até gordinhos. Todos muito bem cuidados. São criaturas tão simples, tão pequeninas e tão frágeis. São também ágeis, delicados e trazem uma certa poesia ao nosso dia-a-dia. E Jesus disse que nós temos muito mais valor do que eles.

E você? Tem reconhecido o seu valor? Pessoas ou circunstâncias têm tentado diminuir o seu valor? Relaxe, seu valor não pode ser diminuído porque o preço que foi pago por você não foi em dinheiro. O preço foi o “precioso sangue de Cristo” (I Pe. 1.19).

E se Deus cuida de criaturinhas tão pequeninas como os pardais, se Ele se preocupa em suprir todas as necessidades deles (abrigo, comida, penas para aquecer o seu pequenino corpo), como não cuidaria de você? É impossível Deus não se lembrar de você.

Descanse em Deus e creia que está vendo. Creia que Ele sabe. Creia que Ele fará algo. Afinal, se Ele faz pelos pardais, não faria por você?

Fique na paz do Senhor!

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Mudando de Atitude – Parte II

Eu já apresentei a imagem ao lado na meditação do mês passado aos amados leitores desta página. Conforme dito, trata-se de uma inscrição em aramaico descoberta em Dan (norte de Israel), datada do século IX a.C. O texto fragmentado se refere a um rei do Reino de Judá pertencente a “Casa de Davi”. Até o momento, esta é a única menção extrabíblica sobre Davi.
Eu gostaria de dar ainda uma segunda palavra não exatamente sobre este objeto arqueológico, mas sobre o personagem mencionado nele – Davi. Sabemos que Davi era um adorador. Ele compôs salmos lindíssimos que expressam emoções profundas. Um destes salmos é o 69. Nele Davi começa com um grito de socorro:

“Livra-me, ó Deus, pois as águas me sobem ao pescoço. Atolei-me em profundo lamaçal, e não se pode estar em pé. Entrei na profundeza das águas; a corrente me leva. Estou cansado de clamar; secou-se me a garganta. Os meus olhos desfalecem de esperar por meu Deus” (Sl. 69.1-3).

Aqui, vemos que Davi não estava só passando por um problema. Ele estava sucumbindo, exausto. Já estava ficando sem fôlego, e os problemas sugavam suas forças de tal forma que já não aguentava mais de pé. Seus olhos desfaleciam.
Ao longo do salmo ele lança suas queixas a Deus (versos 4 – 12). E ele insiste em pedir socorro ao Senhor: “Tira-me do lamaçal…” (v.14), “Não me leve a corrente das águas e não me sorva o abismo, nem o poço cerre a sua boca sobre mim” (v. 15), “… ouve-me depressa…” (v. 17).
Mesmo em angústia extrema ele ainda tinha a firme convicção de que Deus era a solução dos seus problemas. O verso 29 é um exemplo. Ele começa dizendo: “Estou aflito e triste…”. Mas sabia que a proteção só poderia vir de Deus: “… proteja-me, ó Deus, da minha salvação”.
E é então, que Davi dá uma virada sensacional. Ele muda o foco. Em extrema dor, Davi se recusa a se entregar ao desespero. E ele começa a louvar ao Senhor, ele se rende inteiramente a adoração:

“Louvarei o nome de Deus com cântico, e engrandecê-lo-ei com ações de graças” (v. 30).

A solução dos problemas ainda não tinha chegado. A dor continuava, as circunstâncias permaneciam exatamente as mesmas. Entretanto, Davi resolveu mudar de atitude. Ele já tinha orado, clamado, se derramado diante do Senhor. Então, o restava fazer? Deitar numa cama e se entregar a depressão? Não! Faltava o mais importante, faltava adorar a Deus de coração, rendendo-lhe gratidão pela solução que chegaria (embora naquele momento Davi não visse solução alguma).
E no verso 32 Davi nos convida a também mudarmos de atitude: “… vós, que buscais a Deus, reviva o vosso coração”. Reviva, reanime-se, tome um novo fôlego porque ainda há esperança.

“O Senhor ouve aos necessitados, e não despreza os seus cativos… Louvem-no… pois Deus salvará…” (v. 33 – 35).

Quem foi que te disse que acabou? Aceite o convite do rei Davi. Mude de atitude. Não se entregue a dor e ao problema. Entregue-se a Deus. Adore a Deus pela solução que Ele vai dar (mesmo que você não esteja vendo nenhuma mudança ainda).
Fique na paz do Senhor.

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Mudando de Atitude – Parte I

A imagem ao lado é da “inscrição de Dan”. Trata-se de um objeto arqueológico descoberto em Dan (norte de Israel), em 1993. Este objeto é um fragmento de basalto que contém uma inscrição em aramaico e é datado do século IX a.C., pertencendo desta forma ao período da Monarquia Dividida de Israel.

Embora o texto esteja fragmentado, sabemos que se refere a uma guerra entre um rei do Reino do Norte (ou Reino de Israel) e um rei do Reino do Sul (ou Reino de Judá). Infelizmente não sabemos os nomes destes reis, mas o texto se refere a um rei da “Casa de Davi”.   Esta expressão “Casa de Davi” está marcada na imagem acima dentro do retângulo vermelho. O curioso é que antes de descobrirem esta inscrição muitos pesquisadores duvidavam da existência de Davi. Isso porque até então, por incrível que pareça, não havia nenhum documento arqueológico que mencionasse o rei Davi. Não existia nenhuma citação, nada. Daí, muitos acreditavam que Davi era só um personagem bíblico fictício. Quando descobriram esta inscrição ocorreu um verdadeiro rebuliço entre os cientistas. Embora a inscrição não seja da época de Davi (que reinou em Israel entre 1010 e 970 a.C.), ela faz menção dele ao citar alguém da “Casa de Davi”, ou seja, um descendente de Davi. Assim, para os cientistas descréditos Davi passou a existir a partir deste achado. Por esta razão é que existe uma máxima na arqueologia: “Ausência de prova não é prova de ausência”. Traduzindo, só porque não temos provas materiais sobre algo, não quer dizer que não exista. Podemos aplicar isso em nossas vidas.

Quantas vezes você já duvidou de algo? Quantas vezes você já questionou que uma promessa de Deus se cumpriria na sua vida só porque você não via nada acontecer?

O coração incrédulo na Bíblia é chamado de perverso (Hb 3.12). A incredulidade é uma ofensa contra Deus (Hb. 11.6). Por que? Porque quando duvidamos estamos questionando o caráter de Deus, esse é o problema. A incredulidade é uma desconfiança sobre o caráter de Deus.

Aquele que crê em Deus, em Suas Promessas e que vale a pena adorá-lo, está bem protegido. A fé é um escudo que deve ser usado para apagar as setas inflamadas do maligno (Ef. 6.16). Muitas bênçãos estão reservadas para aqueles que confiam Nele.

“Oh! Quão grande é a Tua bondade, que guardaste para os que te temem, e que mostraste àqueles que em ti confiam na presença dos filhos dos homens” (Sl. 31.19).
“Muitas são as dores do ímpio, mas o constante amor do Senhor cercará aquele que Nele confia” (Sl. 32.10).

Amado (a) do Senhor, não duvide só porque você não vê nada acontecendo. Davi foi ungido por Samuel (I Sm. 16) e recebeu a promessa de que seria rei quando ainda era um adolescente com no máximo 18 anos. Desde então, tudo de pior aconteceu. Davi foi perseguido, ameaçado de morte (I Sm. 18), teve que viver em cavernas, sua família também foi ameaçada e obrigada a viver exilada (I Sm. 22.3). Além disso, ele foi obrigado a viver refugiado entre os maiores inimigos de seu povo, os filisteus. Quando finalmente a promessa se cumpriu e Davi se tornou rei de Israel (II Sm. 2 – 5), ele já deveria ter provavelmente 40 anos (ou quase isso). Muitos anos se passaram até que Davi visse cumprida a promessa de Deus.

Eu não sei quanto tempo você terá que esperar. Não sei das lutas que tem passado. Mas uma coisa eu aprendi, e é que vale a pena confiar no Senhor. Ele sabe o que faz. Ele não mente, não nos dá falsa esperança, não nos enrola, não esquece. Ele é Deus. Não esqueça disso: Deus é Deus!

Aguarde, busque-o, adore-o. Mude de atitude. Não duvide, creia. Não peça somente, mas também agradeça. Louve-o pelo que Ele já fez, louve-o pelo que Ele tem feito, louve-o pelo que Ele ainda fará.

Fique na paz do Senhor.

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Marcando a sua Geração

“Cuxe também gerou a Ninrode, que começou a ser poderoso na terra. Ele foi poderoso caçador diante da face do Senhor; pelo que se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do Senhor”. (Gn. 10.8-9)

O capítulo 10 de Gênesis registra a descendência de Noé. Mas quem se importa com estas passagens bíblicas que trazem apenas listas de nomes?

Ignorada pela maioria dos leitores da Bíblia, aslistas genealógicas servem para ligar duas narrativas. Por exemplo, os caps. 10 e 11.10-32 de Gênesis ligam as narrativas de Noé e Abraão. Há entre estes dois personagens um longo espaço de tempo, e para dar a ideia de continuidade da narrativa, inseriram estas listas genealógicas. Outro exemplo clássico é o cap. 1 de Mateus, que cita a genealogia de Jesus. Mateus escreveu seu evangelho para os judeus, e inseriu a genealogia de Jesus para mostrar que Ele é o Cristo, descendente de Davi. Mas esta genealogia também serve para unir as narrativas do Antigo e do Novo Testamento. Além disso, as listas genealógicas revelam detalhes curiosos de personagens, como em Gn. 10.8-9. Neste trecho temos um breve relato sobre um homem chamado Ninrode, cujo nome significa “nós nos rebelaremos”. Os versos anteriores nos dão sua origem: Noé gerou a Cam, que gerou a Cuxe, que gerou a Ninrode. Quase nada sabemos sobre ele, e seria apenas mais um nome na longa lista genealógica de Noé se não fosse por uma pequena frase de Gn. 10.9: “Ele foi poderoso caçador diante da face do Senhor…”. Ninrode se destacou em sua geração, não havia nenhum caçador como ele. Ninrode conquistou uma vasta região e estabeleceu cidades (Gn. 10.10-12).

Ele decidiu que não seria mais um nome, decidiu fazer a diferença. Infelizmente, há pistas que parecem indicar que Ninrode tornou-se arrogante e afrontava o Senhor. A expressão “diante da face do Senhor”, no original em hebraico parece indicar alguém que se levante orgulhosamente contra o Senhor. As tradições judaicas apontam Ninrode como o construtor da torre de Babel (Gn. 11.1-9).
A foto acima é de uma escavação arqueológica na cidade de Ninrode, localizada no Iraque. Isso mesmo! Existe uma cidade chamada Ninrode. Originalmente se chamava Calah, mas depois passou a ser Ninrode, situada 32 km ao sul de Nínive.

Ninrode fez a diferença em sua geração, porém se tornou arrogante. E você? Tem feito a diferença em sua geração? Se a resposta é sim, de que forma você tem feito isso? Positiva ou negativamente? Para fazer a diferença em sua geração, você não precisa sair por aí como Ninrode caçando e conquistando terras. O Senhor deixou bem clara a ordem para todos nós fazermos a diferença: “Vós sois o sal da terra… vós sois a luz do mundo” (Mt. 5. 13-14). “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm. 12.2).

Assim devemos nós fazer a diferença no trabalho, no estudo, em casa, com os amigos, parentes e vizinhos. Que tipo de exemplo temos sido? Temos sido exemplo na paciência, no trato com os outros, na perseverança, no vocabulário?

Amado(a) leitor(a), meu desejo é que você marque a sua geração, que você faça a diferença, que seja sal e luz.

Fique na paz!

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Usando a armadura de Deus

“Estai, pois, firmes, tendo cingido os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçados os pés na preparação do evangelho da paz, tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef. 6.14-17).

A figura ao lado é a armadura de um centurião (do latim centum = cem), um oficial romano que comandava um grupo de 100 homens. No Novo Testamento, conhecemos dois deles pelo nome: Cornélio (At. 10) e Júlio (At. 27.1). A ilustração deste centurião nos ajuda a compreender melhor o que Paulo queria dizer em Ef. 6. Ele nos aconselha a nos revestirmos “de toda a armadura de Deus”, para que possamos “estar firmes contra as astutas ciladas do diabo (Ef. 6.11)”.  A armadura era um importante instrumento de defesa. Vejamos, então, cada item desta armadura.

1) Couraça: Uma cota de malha que cobria o peito, os ombros, as costas e as coxas. Era fabricada de ferro e colocada sobre uma túnica de lã. Observe que no peito do centurião há um desenho, usado como uma insígnia de seu posto. A “couraça da justiça”, portanto, protege o cristão. “A justiça guarda ao que é sincero no seu caminho” (Pv. 13.6). “A justiça dos virtuosos os livrará” (Pv. 11.6). A insígnia que o cristão deve trazer em seu peito é a cruz do calvário, instrumento usado pelos romanos para a morte, mas que pelo sangue de Jesus nos trouxe vida. Não aquela cruz que as pessoas usam em cordões como simples adorno ou moda. Falo da cruz gravada em nossos corações.

2) Cinto: Protegia o soldado na região do abdômen. Nele ficava presa a bainha, um estojo usado para guardar a espada. A Verdade de Deus nos protege (Sl.40.11), porque Ele é a Verdade (Jo. 14.6).

3) Sandália: Feitas de couro com solas ferradas de mais de 1 cm de espessura. Dava estabilidade e ajudava a manter a marcha constante. Havia também as grevas de prata, que eram placas de metal usadas para proteger as pernas (do joelho ao tornozelo). A Palavra do Evangelho nos traz paz e nos protege nas batalhas da vida, nos ajudando a manter a marcha constante Ef. 2.17).

4) Escudo: Feito de madeira, coberto de couro e fixado com ferro nas bordas. Seu tamanho resguardava quase todo o corpo. Antes das batalhas ele era mergulhado na água, para que, em caso de ataque com flechas de fogo, estas apagassem. O escudo da fé nos protege contra as investidas do mal, e com ele podemos apagar todos os dardos inflamados do maligno (I Jo. 5.4). A nossa fé deve estar “mergulhada” na firme confiança no sangue de Cristo que nos purifica de todo pecado (I Jo. 1.7).

5) Capacete ou elmo: Fabricado de ferro e usado para proteger a cabeça e o rosto. O “capacete da salvação” guarda a nossa mente dos maus pensamentos e dos ataques do maligno. A certeza da salvação nos impede de duvidar da fidelidade, do amor e do caráter de Deus (Tt. 3.4-7).

6) Espada: Lâmina de metal afiada de ambos os lados. Era a única arma do centurião, assim como a “espada do Espírito, que é a Palavra de Deus”, é a única arma do cristão. A Palavra de Deus é poderosa para derrotar o mal, para salvar, para revivificar (Hb. 4.12).

Como você tem se defendido dos ataques do mal (Is. 2.22)? Que armas você tem usado? Tem usado palavras de maldição, de xingamento, de falta de fé (Cl. 3.8-10)? A única arma que prevalece é a Palavra de Deus (Is. 25.4-5). Talvez você esteja ferido da batalha porque não tem usado a armadura de Deus. Talvez esteja cansado porque não tem usado o “sapato” correto. Ou talvez você esteja usando a armadura de Deus, esteja calçado corretamente e mesmo assim está ferido e cansado. Eu disse cansado? Desculpe, talvez a palavra certa seja EXAUSTO.
Amado do Senhor, aguente firme, não desista. É assim mesmo, a nossa luta continuará enquanto estivermos aqui na terra. Mas há uma promessa: “Deus enxugará de seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, pois já as primeiras coisas são passadas” (Apoc. 2.14).

Fique na paz do Senhor!

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