Quando Jesus e seus discípulos chegaram a Cafarnaum, os coletores do imposto de duas dracmas vieram a Pedro e perguntaram: “O mestre de vocês não paga o imposto do templo?” “Sim, paga”, respondeu ele. Quando Pedro entrou na casa, Jesus foi o primeiro a falar, perguntando-lhe: “O que você acha, Simão? De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros?” “Dos outros”, respondeu Pedro. Disse-lhe Jesus: “Então os filhos estão isentos. Mas, para não escandalizá-los, vá ao mar e jogue o anzol. Tire o primeiro peixe que você pegar, abra-lhe a boca, e você encontrará uma moeda de quatro dracmas. Pegue-a e entregue-a a eles, para pagar o meu imposto e o seu”. Mateus 17:24-27

   Jesus, como legítimo filho de Deus, não precisava pagar o
imposto do templo. Como ele avisou aos fariseus, ele era maior do
que o próprio templo (12:6). Jesus estava livre daquela
responsabilidade. Mas, como fazia em tantas outras coisas, Jesus
abriu mão da sua liberdade para assegurar a libertação de todos nós
– ele pagou o imposto, embora não precisasse. A palavra
“escandalizar” é uma transliteração do grego “skandalizo”, que
significa aqui “causar tropeço”. Às vezes o Cristão precisa se
submeter a limites ou obrigações impostas por homens. Há leis civis
e obrigações sociais onde não vale a pena fazer valer seu
“direito”. É melhor concordar ou ceder. Se estas atitudes não
comprometem a verdade nem nos levam a transgredir a vontade de
Deus, podemos aceitá-las para não sermos um empecilho no caminho da
fé de outros. O Cristão prudente sabe escolher suas batalhas –  e a
batalha onde devemos concentrar nossa maior força e resistência é
sempre no âmbito espiritual. Há algum direito ou liberdade que você
tem que poderia ser um empecilho para outra pessoa seguir a Jesus?
Ore a Deus e avalie o que Jesus mais quer nesta situação. Já que
você pertence a outro Reino, viva como filho do verdadeiro Rei

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