“Entre em acordo depressa com seu adversário que pretende levá-lo ao tribunal. Faça isso enquanto ainda estiver com ele a caminho, pois, caso contrário, ele poderá entregá-lo ao juiz, e o juiz ao guarda, e você poderá ser jogado na prisão. Eu lhe garanto que você não sairá de lá enquanto não pagar o último centavo.” Mateus 5:25-26

 O ensino anterior (vv.23-24) focalizou conflitos entre Cristãos.
Estas palavras tratam mais do Cristão com não-Cristão. Discípulos,
que têm fome e sede de justiça, buscam o que é justo para os
outros, mas também para si mesmos. Ninguém quer que o outro “passe
a perna” nele. Por isso resistimos acordos em que um adversário
pode estar tirando vantagem. O perigo é que esta “sede” pelo que é
justo pode nos levar a não entrar num acordo ou conciliar uma
situação de conflito que pode se tornar muito pior depois.
Geralmente, quanto antes resolvemos um conflito melhor. Por isso
Jesus ensina urgência na resolução de conflitos, especialmente com
adversários do mundo que não têm compromisso com o Senhor. Se somos
pacificadores (v. 9) e amamos os nossos inimigos (v. 44), a
reconciliação com um adversário é o caminho do Cristo quando houver
conflito. Evidentemente, não podemos admitir qualquer acordo ou
conciliação que nos levaria a pecar. Entretanto, é preferível
sofrer danos e perdas materiais, do que ganhar uma causa e perder a
alma de um adversário (vv. 39-41). Jesus visa não só o que é mais
prudente para o nosso bem agora, mas, para o bem daqueles que hoje
vivem como inimigos de Deus. Todos são filhos do mesmo Pai que quer
todos de volta para o lar eterno.

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