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08 de abril de 2018

SOMOS UM. SOMOS NAZARENOS

Marcia Pinheiro
Jornalista


Jessé e outros missionários de Missões Mundiais que atuam em contexto de perseguição religiosa têm visitado igrejas no Brasil para compartilhar as dores e conquistas de pessoas que abrem mão da própria segurança porque sabem que o que as espera é muito maior do que qualquer ameaça. A este movimento em favor da igreja sofredora demos o nome de NUN – Somos um. Somos Nazarenos. Trata-se de uma campanha para que você se sinta ainda mais encorajado a orar por esses irmãos e irmãs que fazem parte da igreja sofredora, mas não desamparada.

Há quase cinco mil anos, Deus marcou as casas dos hebreus com sangue para protegê-los contra a praga que fez cair sobre o Egito. Hoje, o grupo terrorista denominado Estado Islâmico tem marcado as casas de cristãos do norte do Iraque com a letra árabe NUN (que corresponde a nossa letra N), a primeira da palavra “nazareno”, como aviso de que eles devem escolher entre a conversão forçada ao islamismo, a fuga para outro país ou a morte. Moradores de casas marcadas com o NUN estão sujeitos à violência sexual, discriminação, roubos e outros tipos de abusos. Uma atitude semelhante à da Alemanha nazista, que marcava as casas dos judeus com a estrela de Davi.

Comovidas com esta situação, pessoas de todo o mundo têm assumido o compromisso de orar por aqueles que sofrem na própria carne o preço de ser um cristão. Elas decidiram assumir publicamente que também são NUN. São nazarenos, assim como seus irmãos da igreja sofredora.

Apesar de toda esta mobilização, a imprensa mundial mostra que o número de cristãos no Iraque caiu de cerca de um milhão para quase zero. A maioria teria fugido para países vizinhos, mas alguns milhares já teriam sido massacrados em suas próprias cidades, tanto no Iraque quanto na Síria.

No entanto, a igreja sofredora de outras partes da Ásia tem dado sinais satisfatórios de crescimento, sendo fortalecida por trabalhos de distribuição de bíblias, formação de líderes cristãos, entre outros.

Missões Mundiais atua para levar às igrejas brasileiras o entendimento de que nós somos livres para clamar pela igreja sofredora. Para mostrar ao mundo que “SOMOS UM. SOMOS NAZARENOS”.Mas por que “igreja sofredora” e não “igreja perseguida”?

Para o Pr. João Marcos Barreto Soares, diretor executivo de Missões Mundiais, a explicação é clara e cita alguns exemplos: “A igreja iraniana, na cidade de Londres, não é perseguida, mas sofre. A igreja dos palestinos na Europa não é perseguida, mas sofre. E se somos um corpo como a Bíblia nos ensina (não apenas a igreja local, mas como um todo) e se uma parte do corpo sofre e não sentimos dor, é porque o corpo está doente e logo será acometido de algo mais grave. Talvez a morte chegue porque seus sensores foram desligados”, declara o Pr. João Marcos.

Missões Mundiais leva às igrejas a chance de fazer algo por estes irmãos que sofrem. Estamos disponibilizando em nossos canais de comunicação conteúdos sobre a igreja sofredora como vídeos, artigos e imagens. O NUN também poderá estar em sua igreja. Agende com o nosso setor de Promoção (promocao@jmm.org.br) um congresso NUN – Somos um. Somos Nazarenos.

Nele, além de mais informações que conectarão você à igreja sofredora, será possível conhecer histórias de quem realmente tem experiências reais de perseguição religiosa.

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