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08 de outubro de 2017

“Agora são outros 500”

Todo Outubro, enquanto o mundo está imitando e celebrando bruxas, demônios, fantasmas e mágica em boa moda pagã e medieval, os cristãos lembram a Reforma cristã do século dezesseis, quando o evangelho de Jesus Cristo varreu toda a Europa, “destruindo” um Cristianismo totalmente corrompido e concedendo vida eterna a milhões de almas perdidas. No último dia de Outubro de 1517, Martinho Lutero, um professor de universidade na Alemanha, publicou 95 proposições para debate na porta do Castelo-Igreja de Wittenberg. Alguém pegou as proposições em latim de Lutero, traduziu para o alemão, imprimiu-as, e distribuiu ao povo. Lutero pretendia um debate eclesiástico e acadêmico; Deus pretendia salvar almas, promover o seu reino, e mudar radicalmente o curso da história mundial.

A despeito dos esforços da “Santa Igreja Apostólica”, Lutero não foi queimado vivo, como muitos outros santos tinham sido assassinados pela Igreja Romana por séculos. Ele viveu outros 25 anos, escrevendo, traduzindo e organizando. Desses escritos, e dos escritos de outros Reformadores, vieram o que são geralmente considerados os princípios da Reforma: justificação pela fé somente, salvação pela graça somente por meio dos méritos de Cristo somente, tudo para a glória de Deus somente. E esses princípios são as verdades cristãs mais importantes que têm sido abafadas pelo Anticristo por um milênio. São verdades que estão sob ataque hoje por homens que alegam ser cristãos e protestantes alguns dos quais são pastores de igrejas. Mas há outros princípios da Reforma, até mais fundamentais que esses, e podem ser vistos em Lutero. A questão de suprema importância para nós é apreciar o valor e uso da Escritura, isto é, saber que ela é um testemunho a todos os artigos de Cristo, e o mais alto testemunho – que excede de longe todos os milagres.

A igreja atual precisa urgentemente de um retorno aos princípios desse grande movimento. Muitas vezes nos igualamos aos Romanos quando insistimos em tradições vazias e sem respaldo bíblico que vem orientando a trajetória do cristianismo. Como pastor, peço a Deus que estejamos sempre em reforma e que a nossa carta magna seja a bíblia e não o passado. Que venham “outros quinhentos”.

Pr. Mauricio Bossois

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